TEXTOS EDUCATIVOS

Neste espaço você encontrará muitos textos acerca de diversos temas. Entre eles as diversas formas de linguagem.

SUA VISITA ME ALEGROU!

sábado, 16 de outubro de 2010

SER PROFESSOR É...



SER PROFESSOR É...

ACRÓSTICO

Sempre busca, pesquisa, investe, cria, recria, faz, refaz
Estuda e objetiva o que é melhor para o discente.
Renasce para mais um dia. Sempre um eterno aprendiz!!!

Pronto para ouvir todos seus alunos, humilde para tentar
Resolver os problemas em sala, da melhor maneira possível.
Observa as mudanças que acontecem na Educação,
Fica angustiado... Começa idealizar seus sonhos e objetivos,
E recomeça com entusiasmo a cada dia o seu trabalho. Vive
Sem receios de caminhar e de enfrentar a jornada cotidiana.
Sabe de todas as adversidades, porém, não desiste! Luta e vence.
Os obstáculos não o deixam cair; pois ele é forte, é um guerreiro.
Renova-se para vida, porque trabalha de forma corajosa e digna.

TEXTO DA PROFESSORA
NEUSA AMORIM

15 DE OUTUBRO DE 2010

quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Por que um, por que outro



Por que um, por que outro
Rogério Simões | 2010-10-04, 12:46

A ex-companheira de Lula acabou mesmo brilhando. Marina Silva tornou-se o elemento surpresa do primeiro turno da eleição presidencial e atrapalhou os planos do seu ex-colega de ativismo e partido. Ao perder a ministra Marina dois anos atrás, Luiz Inácio Lula da Silva deve ter pensado: "Paciência...". Certo de que Dilma Rousseff e seu desenvolvimentismo eram o caminho à frente, Lula certamente não imaginava que a antiga heroína dos seringueiros pudesse liderar uma chapa presidencial de peso e convencer quase 20 milhões de brasileiros a segui-la. Em tempos de aquecimento global, Marina Silva e o Partido Verde registraram um feito que já entra para a história da jovem democracia brasileira.

O PT e o o Palácio do Planalto começam agora a traçar sua estratégia para convencer aqueles que não votaram em Dilma Rousseff a optar por sua candidatura. É interessante tentar entender, então, por que a candidata escolhida a dedo por Lula, um presidente com cerca de 80% de popularidade, não venceu o pleito já no primeiro turno. Por que, afinal, 54 milhões de eleitores preferiram dar seu voto a um dos outros oito candidatos? E por que 47 milhões de eleitores mostraram-se convencidos de que Dilma é a melhor opção para o Brasil?

Quem votou em Dilma claramente está feliz com o estado atual do Brasil. Não com tudo, obviamente, já que o país ainda tem problemas (na saúde, segurança, habitação etc) que levam gerações para ser solucionados. Mas os eleitores da candidata do governo querem a continuidade do que têm hoje, do projeto político e econômico de Lula. Isso inclui o forte investimento na área social, o aumento do poder de compra das classes menos favorecidas e o fortalecimento do setor público, do aumento da participação estatal na Petrobras à expansão do funcionalismo. Também inclui uma política externa mais agressiva, de liderança regional e engajamento em questões delicadas mundo afora. Mais: aqueles que votaram em Dilma podem até não gostar das críticas de Lula à imprensa e mesmo se indignar com as acusações de tráfico de influência na Casa Civil. Mas acreditam que tais problemas sejam menores diante do projeto do PT para o país, que reduziu a pobreza e a desigualdade ao mesmo tempo em que criou condições para altas taxas de crescimento econômico e colocou o Brasil num posto de importância crescente no cenário internacional. O eleitor de Dilma orgulha-se do Brasil de Lula.

Já quem não votou em Dilma Rousseff quer mudança. Provavelmente não concorda com a expansão do setor público ou com a relação de proximidade entre Estado e sindicalismo. Também talvez não concorde com a política externa mais ousada e muitas vezes polêmica adotada pelo Itamaraty de Celso Amorim, que claramente elevou o status internacional do Brasil, mas também o associou a alguns regimes controversos. Quem votou em José Serra, Marina Silva ou outros deve ainda ter se revoltado com as denúncias envolvendo a Casa Civil. Também pode não gostar da personalidade de Dilma Rousseff, tida por muitos como autoritária nas relações pessoais, nem da forma como o presidente Lula tem conduzido a relação entre governo e imprensa. A extrema confiança do governo federal em sua forma de lidar com o setor de comunicação pode atrair muitos brasileiros, que veem em ações da imprensa a tentativa de minar o Executivo. Mas também pode alienar outros, que querem governantes mais receptivos a críticas e investigações. Em tempo: os que não votam em Dilma alegando fisiologismo nas alianças políticas devem se lembrar que, no Brasil, a prática não foi patenteada por nenhuma legenda. A relação entre PT e PMDB sob Lula é parecida com a relação entre PSDB e PFL sob Fernando Henrique Cardoso. Justificável ou não, o modelo tem sido aplicado no Brasil de forma verdadeiramente democrática, ou seja, por praticamente todos.

Olhando para os argumentos acima, talvez seja mais fácil entender as opções dos brasileiros para o segundo turno. Não se tratará apenas de um plebiscito sobre o governo Lula ou sobre Dilma, já que agora o voto anti-Dilma não terá mais Marina Silva como opção. O tucano José Serra terá seu passado, seus projetos e sua personalidade avaliados tanto quanto os de Dilma. Pelo menos em tese, segundos turnos são úteis para que o debate em torno de propostas e estilos seja aprofundado e para que os eleitores decidam não necessariamente quem desejam ver no poder, mas quem preferem. Trata-se de uma escolha entre um e outro. Por que votar em um, por que votar no outro. Ou por que não votar em um ou não votar no outro. Agora é hora de decisão. É isto ou aquilo.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

COMO FUNCIONAM AS OFICINAS...



Como Funcionam as Oficinas para confecção e apresentação de fantoches
As oficinas funcionam da seguinte forma:
>Primeiro formaremos um grupo de 15 a 20 pessoas para estarmos desenvolvendo esse trabalho.
>Depois pedimos que eles tragam materiais reutilizáveis (não é interessante levarmos o material para os alunos, o ideal é que eles providenciem) despertando neles a consciência ambiental com a diminuição de resíduos sólidos domésticos.
>Em seguida, iremos confeccionar bonecos (fantoches) com esses materiais. Durante o processo de confecção, sempre estimulamos os alunos a pensarem em um nome para o boneco, pensar numa profissão, idade, história. Assim quando a fantoche ficar pronto, já terá personalidade.
>Com relação ao tempo, podemos desenvolver um trabalho de 3 horas, ou 3 meses.
No trabalho de 3 horas, faremos a confecção dos bonecos, sem tempo para maiores aprofundamentos.
No trabalho de 3 meses, uma vez por semana, depois da confecção dos bonecos, criaremos uma história coletivamente, com o objetivo de montarmos um espetáculo, onde trabalharemos com jogos teatrais e exercícios de desinibição. Esta trabalho, a meu ver, é um instrumento de transformação social, afinal, proporciona aos assistidos uma oportunidade de descobrirem uma vocação. Imaginem um teatro ambiental feito por jovens e crianças carentes. É uma verdadeira ferramenta de inclusão social.
>Esse trabalho é realizado na própria comunidade. Vamos até o local, necessitando apenas de uma sala ampla.
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SUGESTÕES DE OFICINAS
Oficina I
Duração: 3 horas
Público-Alvo: crianças de 8 a 12 anos / professores e interessados em geral
Conteúdo:
• História do Teatro de Bonecos no Brasil.
• Jogos teatrais e de familiarização com a arte.
• Confecção de bonecos usando materiais recicláveis.
• Divisão da turma em grupos, e elaboração de pequenas cenas teatrais.
Para oficinas fora da região metropolitana de BH, é necessário recurso para hospedagem, alimentação e transporte.
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Oficina II
Duração: 6 horas
Público-Alvo: professores e interessados em geral
Conteúdo:
• História do teatro de bonecos no Brasil.
• As várias técnicas de teatro de bonecos.
• Jogos teatrais e de familiarização com a arte.
• Confecção de bonecos usando materiais recicláveis.
• Confecção de bonecos de boca articulada: papelão, jornal e fita crepe.
• Criação coletiva de uma história e ser apresentada.
Para oficinas fora da região metropolitana de BH, é necessário recurso para hospedagem, alimentação e transporte.
Materiais Necessários
Para a confecção do bonecos de sucata, serão necessárias algumas ferramentas básicas como:
• tesoura
• cola branca
• papel branco
• tinta guache
• canetinha hidrocor
• pistola de cola quente
• papel crepom entre outros
Materiais Recicláveis Solicitados
Todo o material de casa ou do escritório sem função, pode servir para confeccionar bonecos de acordo com a criatividade das crianças.
• garrafas pet (vários tamanhos)
• jornal
• pedaços de retalhos
• miolo de papel higiênico
• tampinhas e botões
• copinhos de iogurtes e yakult
• lãs, cordões e fios

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

I LLEDUC

No dia 04 de Setembro passado tivemos o nosso I Encontro Interdisciplinar de língua, Literatura e Educação - I LLEDUC - aqui no Polo Carpina. Foi um dia maravilhoso que pudemos assistir a uma Mesa Redonda com os professores executores das disciplinas do curso e da Coordenadora de Tutores da UFRPE, Sulanita Santos.

Tivemos também um Recital de poesias com alguns poetas da cidade e assistimos as apresentações dos trabalhos das alunas do curso.

Para finalizar as alunas e a comunidade em geral participaram de algumas oficinas pedagógicasa as quais foram ministradas pelos tutores virtuais e professores da UFRPE.

Foi um grande sucesso este dia para nós. Queremos dar os parabéns a todos que de uma forma ou de outra contribuíram para que este evento fosse realizado.

ATIVIDADES DIÁRIAS