TEXTOS EDUCATIVOS

Neste espaço você encontrará muitos textos acerca de diversos temas. Entre eles as diversas formas de linguagem.

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quarta-feira, 6 de outubro de 2010

Por que um, por que outro



Por que um, por que outro
Rogério Simões | 2010-10-04, 12:46

A ex-companheira de Lula acabou mesmo brilhando. Marina Silva tornou-se o elemento surpresa do primeiro turno da eleição presidencial e atrapalhou os planos do seu ex-colega de ativismo e partido. Ao perder a ministra Marina dois anos atrás, Luiz Inácio Lula da Silva deve ter pensado: "Paciência...". Certo de que Dilma Rousseff e seu desenvolvimentismo eram o caminho à frente, Lula certamente não imaginava que a antiga heroína dos seringueiros pudesse liderar uma chapa presidencial de peso e convencer quase 20 milhões de brasileiros a segui-la. Em tempos de aquecimento global, Marina Silva e o Partido Verde registraram um feito que já entra para a história da jovem democracia brasileira.

O PT e o o Palácio do Planalto começam agora a traçar sua estratégia para convencer aqueles que não votaram em Dilma Rousseff a optar por sua candidatura. É interessante tentar entender, então, por que a candidata escolhida a dedo por Lula, um presidente com cerca de 80% de popularidade, não venceu o pleito já no primeiro turno. Por que, afinal, 54 milhões de eleitores preferiram dar seu voto a um dos outros oito candidatos? E por que 47 milhões de eleitores mostraram-se convencidos de que Dilma é a melhor opção para o Brasil?

Quem votou em Dilma claramente está feliz com o estado atual do Brasil. Não com tudo, obviamente, já que o país ainda tem problemas (na saúde, segurança, habitação etc) que levam gerações para ser solucionados. Mas os eleitores da candidata do governo querem a continuidade do que têm hoje, do projeto político e econômico de Lula. Isso inclui o forte investimento na área social, o aumento do poder de compra das classes menos favorecidas e o fortalecimento do setor público, do aumento da participação estatal na Petrobras à expansão do funcionalismo. Também inclui uma política externa mais agressiva, de liderança regional e engajamento em questões delicadas mundo afora. Mais: aqueles que votaram em Dilma podem até não gostar das críticas de Lula à imprensa e mesmo se indignar com as acusações de tráfico de influência na Casa Civil. Mas acreditam que tais problemas sejam menores diante do projeto do PT para o país, que reduziu a pobreza e a desigualdade ao mesmo tempo em que criou condições para altas taxas de crescimento econômico e colocou o Brasil num posto de importância crescente no cenário internacional. O eleitor de Dilma orgulha-se do Brasil de Lula.

Já quem não votou em Dilma Rousseff quer mudança. Provavelmente não concorda com a expansão do setor público ou com a relação de proximidade entre Estado e sindicalismo. Também talvez não concorde com a política externa mais ousada e muitas vezes polêmica adotada pelo Itamaraty de Celso Amorim, que claramente elevou o status internacional do Brasil, mas também o associou a alguns regimes controversos. Quem votou em José Serra, Marina Silva ou outros deve ainda ter se revoltado com as denúncias envolvendo a Casa Civil. Também pode não gostar da personalidade de Dilma Rousseff, tida por muitos como autoritária nas relações pessoais, nem da forma como o presidente Lula tem conduzido a relação entre governo e imprensa. A extrema confiança do governo federal em sua forma de lidar com o setor de comunicação pode atrair muitos brasileiros, que veem em ações da imprensa a tentativa de minar o Executivo. Mas também pode alienar outros, que querem governantes mais receptivos a críticas e investigações. Em tempo: os que não votam em Dilma alegando fisiologismo nas alianças políticas devem se lembrar que, no Brasil, a prática não foi patenteada por nenhuma legenda. A relação entre PT e PMDB sob Lula é parecida com a relação entre PSDB e PFL sob Fernando Henrique Cardoso. Justificável ou não, o modelo tem sido aplicado no Brasil de forma verdadeiramente democrática, ou seja, por praticamente todos.

Olhando para os argumentos acima, talvez seja mais fácil entender as opções dos brasileiros para o segundo turno. Não se tratará apenas de um plebiscito sobre o governo Lula ou sobre Dilma, já que agora o voto anti-Dilma não terá mais Marina Silva como opção. O tucano José Serra terá seu passado, seus projetos e sua personalidade avaliados tanto quanto os de Dilma. Pelo menos em tese, segundos turnos são úteis para que o debate em torno de propostas e estilos seja aprofundado e para que os eleitores decidam não necessariamente quem desejam ver no poder, mas quem preferem. Trata-se de uma escolha entre um e outro. Por que votar em um, por que votar no outro. Ou por que não votar em um ou não votar no outro. Agora é hora de decisão. É isto ou aquilo.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

terça-feira, 28 de setembro de 2010

COMO FUNCIONAM AS OFICINAS...



Como Funcionam as Oficinas para confecção e apresentação de fantoches
As oficinas funcionam da seguinte forma:
>Primeiro formaremos um grupo de 15 a 20 pessoas para estarmos desenvolvendo esse trabalho.
>Depois pedimos que eles tragam materiais reutilizáveis (não é interessante levarmos o material para os alunos, o ideal é que eles providenciem) despertando neles a consciência ambiental com a diminuição de resíduos sólidos domésticos.
>Em seguida, iremos confeccionar bonecos (fantoches) com esses materiais. Durante o processo de confecção, sempre estimulamos os alunos a pensarem em um nome para o boneco, pensar numa profissão, idade, história. Assim quando a fantoche ficar pronto, já terá personalidade.
>Com relação ao tempo, podemos desenvolver um trabalho de 3 horas, ou 3 meses.
No trabalho de 3 horas, faremos a confecção dos bonecos, sem tempo para maiores aprofundamentos.
No trabalho de 3 meses, uma vez por semana, depois da confecção dos bonecos, criaremos uma história coletivamente, com o objetivo de montarmos um espetáculo, onde trabalharemos com jogos teatrais e exercícios de desinibição. Esta trabalho, a meu ver, é um instrumento de transformação social, afinal, proporciona aos assistidos uma oportunidade de descobrirem uma vocação. Imaginem um teatro ambiental feito por jovens e crianças carentes. É uma verdadeira ferramenta de inclusão social.
>Esse trabalho é realizado na própria comunidade. Vamos até o local, necessitando apenas de uma sala ampla.
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SUGESTÕES DE OFICINAS
Oficina I
Duração: 3 horas
Público-Alvo: crianças de 8 a 12 anos / professores e interessados em geral
Conteúdo:
• História do Teatro de Bonecos no Brasil.
• Jogos teatrais e de familiarização com a arte.
• Confecção de bonecos usando materiais recicláveis.
• Divisão da turma em grupos, e elaboração de pequenas cenas teatrais.
Para oficinas fora da região metropolitana de BH, é necessário recurso para hospedagem, alimentação e transporte.
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Oficina II
Duração: 6 horas
Público-Alvo: professores e interessados em geral
Conteúdo:
• História do teatro de bonecos no Brasil.
• As várias técnicas de teatro de bonecos.
• Jogos teatrais e de familiarização com a arte.
• Confecção de bonecos usando materiais recicláveis.
• Confecção de bonecos de boca articulada: papelão, jornal e fita crepe.
• Criação coletiva de uma história e ser apresentada.
Para oficinas fora da região metropolitana de BH, é necessário recurso para hospedagem, alimentação e transporte.
Materiais Necessários
Para a confecção do bonecos de sucata, serão necessárias algumas ferramentas básicas como:
• tesoura
• cola branca
• papel branco
• tinta guache
• canetinha hidrocor
• pistola de cola quente
• papel crepom entre outros
Materiais Recicláveis Solicitados
Todo o material de casa ou do escritório sem função, pode servir para confeccionar bonecos de acordo com a criatividade das crianças.
• garrafas pet (vários tamanhos)
• jornal
• pedaços de retalhos
• miolo de papel higiênico
• tampinhas e botões
• copinhos de iogurtes e yakult
• lãs, cordões e fios

quarta-feira, 22 de setembro de 2010

segunda-feira, 20 de setembro de 2010

I LLEDUC

No dia 04 de Setembro passado tivemos o nosso I Encontro Interdisciplinar de língua, Literatura e Educação - I LLEDUC - aqui no Polo Carpina. Foi um dia maravilhoso que pudemos assistir a uma Mesa Redonda com os professores executores das disciplinas do curso e da Coordenadora de Tutores da UFRPE, Sulanita Santos.

Tivemos também um Recital de poesias com alguns poetas da cidade e assistimos as apresentações dos trabalhos das alunas do curso.

Para finalizar as alunas e a comunidade em geral participaram de algumas oficinas pedagógicasa as quais foram ministradas pelos tutores virtuais e professores da UFRPE.

Foi um grande sucesso este dia para nós. Queremos dar os parabéns a todos que de uma forma ou de outra contribuíram para que este evento fosse realizado.

ATIVIDADES DIÁRIAS









quarta-feira, 4 de agosto de 2010